quinta-feira, 19 de abril de 2012
Oficina de Edição do Documentário
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Resultados da Oficina de Produção Textual - produções dos alunos
Narração: COMO EU CONTRIBUO PARA A PAZ NO MEU MUNDO, de Dina Maria da Silva.
Narração: COMO EU CONTRIBUO PARA A PAZ NO MUNDO?, de Leandro Dias
Dissertação: A PAZ É TUDO, de Jorgiana Mendes
A paz é um sentimento que demonstra amor, solidariedade e respeito.
A paz nos torna pessoas melhores; traz esperança, amor, alegria e felicidade. É o sentimento mais bonito que o ser humano pode transmitir para outra pessoa. Porque através dela, promovemos o respeito às diferenças, o diálogo e incentivamos a construção de um mundo melhor.
Dissertação: A PAZ NA COMUNIDADE, de Jéssica Mendes
Descrição: FAMÍLIA SAPECA, de Enoc de Sousa
Lar doce lar, cheio de pessoas movendo-se, meus irmãos indo pra escola, eu e meu pai indo trabalhar e as reclamações a toda hora. “Oh menino ajeita esse cabelo!”, “Menino não esquece de escovar os dentes!”, “Mas que chulé? Procura trocar essa meia!”.
Em outros momentos, está uma calmaria só, tudo parado igual escola em época de fim de ano.
Onde está minha caneta? Cadê minha revista? O controle da TV?. Eita família bagunceira! Não respeitam o meu espaço! Bem que podia ter uma porta neste quarto, isso está virando uma coisa pública.
Enfim, somos assim! Quem vê à distância acha um ambiente tumultuado, eu que o diga!
Na minha alma, no meu coração. A paz é a essência que nos deixa voando, alegre e nos deixa bem com nós mesmos e com os outros. A paz faz eu me relacionar com o outro, sem brigas, sem discussões e sem violência.
A paz nos mostra que a convivência com outra pessoa pode ter harmonia, alegria, amor, esperança. A paz nos oferece essas coisas que tornam nossa vida melhor.
Amor e Paz...
Descrição: MINHA CASA, MEU LAR, de Beatriz
Minha casa é meu lar. Moro com minha tia e meus primos, numa casa simples, com sala, dois quartos, cozinha e banheiro. Eu costumo conversar diariamente com minha tia e brinco com meus primos. Passo o dia em casa, fazendo algo que possa ocupar meu tempo. Lendo e fazendo as atividades e da escola. A tia briga comigo por não querer ir à escola dias de sexta-feira.
Eu sou assim, gosto de quem eu sou. Dou valor àquilo que me fortalece e me ajuda nas horas mais difíceis da minha vida.
Narração: COMO EU ENCONTRO A MINHA PAZ INTERIOR?, de Beatriz
Eu espero dia e noite para encontrar a paz em mim. Passei por dificuldades que nunca pensei que eu iria passar.
Sofri, chorei, guardei mágoas e, guardo até hoje. Espero que algum dia possa deixar de guarda-las dentro de mim.
Eu sou a Nathália, tenho 13 anos. Eu já ajudei muitas pessoas lá na minha rua.
Eu queria que toda droga e violência acabassem, vamos viver em PAZ!
Narração: COMO ENCONTRO A MINHA PAZ INTERIOR?, de Jéssica Mendes
Eu encontro a minha paz, através de um dia ensolarado. Quando olho as pessoas se cumprimentando, crianças cantando e brincando; adolescentes namorando; jovens tocando as cordas do violão.
É sempre bom a gente sentir a paz e, vê que as pessoas ao nosso redor sentem o mesmo.
Paz, solidariedade, carinho, perdão, amor...
Primeiramente para se propagar a paz é preciso exercê-la em nosso dia-a-dia, com pequenos gestos e atitudes. Podemos, portanto, levá-la para as pessoas. Mas sabemos que hoje em dia nem todas as pessoas têm essa generosidade dentro de si.
Eu particulamente já contribui para a paz no meu mundo como um todo. A paz não é apenas ajudar uns aos outros, pois isso é conseqüência da nossa educação. Para termos uma boa educação, não significa que comecemos tê-la na escola, mas o princípio disso é a família.
OFICINA DE PRODUÇÃO TEXTUAL: tecendo uma história
De acordo com a estudante Jessica Mendes, de 15 anos, o resultado do curso foi produtivo. "As aulas foram muito boas. Aprendemos a fazer textos sobre o que realmente estávamos sentindo, sobre a paz e sobre a nossa vida", analisa.
Durante as aulas, os jovens discutiram temáticas relacionadas à cultura de paz para desenvolver diferentes tipologias textuais, a partir de diversas atividades como a apreciação do filme "O escafandro e a borboleta", leitura de biografias de personagens importantes para a difusão da paz no mundo a exemplo de Martin Luther King. Além de estudo das figuras de linguagem e dos princípios internacionais da paz, através de slides, sites da internet, charges, poesias, música e outros textos.
Com essa metodologia, foram trabalhados os gêneros da Narração, da Descrição e da Dissertação, aliando ao estudo teórico da estrutura textual a produção de textos ao final de cada aula.
"A oficina melhorou o meu jeito de escrever, em relação à gramática", afirma Lázaro Diniz, de 18 anos. Já, Jorgiana Mendes, 17 anos, avalia: "Eu gostei porque foi uma forma de me expressar, de aprender a dialogar e respeitar o outro e ainda falar sobre assuntos interessantes", destaca.
A estudante da 8ª série, Dina da Silva também se manifestou sobre as atividades que participou:
"Eu pude fazer novas amizades, aprendi a respeitar mais a opinião das outras pessoas, me ajudou a colocar pra fora o que sinto através das palavras". E Leandro Dias, de 15 anos, diz ter gostado dos conteúdos da oficina: "Aprendi a produzir textos variados sobre paz e direitos humanos", observa.
Os textos produzidos durante a oficina serão postados neste Blog e também transformados em Fanzines como forma de atividade final do curso.
Participaram da oficina os jovens:
- Camila Nunes Correa, aluna da 8ª série do Ensino Fundamental na escola Henrique de La Roque de Almeida
- Dina Maria da Silva, aluna da 8ª série do Ensino Fundamental na escola Henrique de La Roque de Almeida
- Edileuza,
- Enoc de Sousa Carneiro, formado na Escola de Ensino Médio Dayse Galvão.
- Jessica Mendes, aluna do 1º ano na escola de Ensino Médio Dayse Galvão
- Jorgiana Santos Mendes, aluna do 1º ano na escola de Ensino Médio Dayse Galvão
- Lázaro Emanoel Diniz, estudante de eleteromecânica no Centro de Ensino Médio e Profissionalizante (CEMPE)
- Leandro Dias, aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na escola Henrique de La Roque de Almeida
- Natália, aluna 8ª série do Ensino Fundamental na escola Henrique de La Roque de Almeida
Beatriz, aluna da 5ª série do Ensino Fundamental na escola Henrique de La Roque de Almeida
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Cachorros Azuis e muito mais
Os jovens puderam conhecer e conversar com o Cineasta russo Evgeny Itskovch sobre o seu filme"Cachorros Azuis", que foi exibido aos jovens . O filme traz um outro olhar sobre sobre a produção textual, contando a história de um menino muito criativo que ao invés de produzir textos formais como exigido pelo seu professor, criava a partir de sua imaginação que trazia a tona até mesmo cachorros azuis.
Os jovens da Vila Embratel debateram sobre o filme e falaram sobre a importância da criatividade e da aceitação das diversidades intelectuais.
Ainda nesta tarde foram marcadas novas oficinas do comunicapaz, confira o calendário abaixo:
15.09 - QUINTA-FEIRA - oficina de dança, com o professor Alvaro Santos às 14:00h
16.09 - SEXTA-FEIRA - oficina de produção textual com a professora Letícia Cardoso às 14:00h
17.09 - SÁBADO - oficina de Teatro do Oprimido com o professor Leandro Reis às 14:00h
Todas as ofocnas serão realizadas no NEVE.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Oficina de Produção Textual
Esta primeira oficina será ministrada pela professora do Departamento de Comunicação da UFMA Letícia Cardoso.
Acompanhem na próxima postagem do blog como foi a oficina e as novidades do Comunicapaz.
Oficina Multimidiática Imaginautas
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
PROJETO COMUNICAPAZ REALIZA ABERTURA DAS ATIVIDADES NO SÁBADO
O Projeto de Pesquisa Meios de Comunicação e a Cultura de Paz – As formas de expressão dos jovens da Vila Embratel, Comunicapaz, realiza dia 27 de agosto (sábado), às 14hs, no NEVE (Núcleo de Extensão da Vila Embratel) a abertura semestral das atividades do projeto. Como parte da programação será exibido o filme O Escafandro e a Borboleta.
O filme conta a história real de um poderoso editor da revista de moda Elle, que de uma hora para outra, vê-se preso ao próprio corpo, após sofrer um derrame e a partir de agora tenta se comunicar com o mundo exterior apenas com o movimento dos olhos.
Durante o evento, será anunciada também parte da programação para o segundo semestre de 2011. A professora Letícia, do Departamento de Comunicação da UFMA, falará sobre a oficina de Produção Textual.
O Comunicapaz é um projeto de extensão da Universidade Federal do Maranhão - UFMA, coordenado pela Profa. Dra. Vera Lúcia Rolim Salles, do Departamento de Comunicação Social, cujo objetivo é atender 80 jovens, de 14 a 24 anos, que moram no bairro da Vila Embratel, estudando as diferentes formas de comunicação: vídeo, rádio, jornal, fotografia e web. Por meio de oficinas de capacitação.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
MARTIN LUTHER KING: o mensageiro da justiça e da paz
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Comunicapaz estimula criação do projeto TV Vila Embratel
A ideia de criação do projeto decorreu da participação de Carneiro no Projeto “Comunicapaz”, coordenado pela Profª Vera Salles. “Eu fui convidado a produzir duas oficinas de vídeo, uma no primeiro semestre de 2010 e outra no segundo, no Núcleo de Extensão da Vila Embratel (Neve), também conhecido como Adolescentro”, afirma Carneiro.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
COMUNICADOC...
COMUNICADOC, depoimentos de quem faz o COMUNICAPAZ...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Comunicapaz recebe Fundador e diretor da École de La Paix da França
sábado, 14 de maio de 2011
O que é Cultura de Paz?

Enquanto movimento, a Cultura de Paz iniciou-se oficialmente pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 1999 e empenha-se em prevenir situações que possam ameaçar a paz e a segurança – como o desrespeito aos direitos humanos, discriminação e intolerância, exclusão social, pobreza extrema e degradação ambiental – utilizando com principais ferramentas a conscientização, a educação e a prevenção.
De acordo com a UNESCO, a cultura de Paz “está intrinsecamente relacionada à prevenção e à resolução não-violenta de conflitos” e fundamenta-se nos princípios de tolerância, solidariedade, respeito à vida, aos direitos individuais e ao pluralismo.
Nas palavras de Hamilton José Barreto de Faria (2002):
“Entendemos como cultura de paz a consciência permanente de valores da não-violência social. A cultura da paz vai mais longe do que construir a paz. Cultura da paz não é simplesmente ausência de guerra. É diferente também da passividade e da resignação. A cultura da paz não elimina oposições ou conflitos, mas pressupõe a resolução pacífica dos conflitos. E resolver os conflitos sociais de forma pacífica é uma mudança radical nos paradigmas que dão sustentação ao atual modelo civilizatório.” (grifo meu)
Já quanto à base da Cultura de Paz e seu ponto de partida, afirma:
“Rejeitar a violência é a base da cultura da paz. (...) A cultura da paz rejeita a violência física, sexual, étnica, psicológica, de classe, das palavras e ações. (...) O ponto de partida desta cultura é a cooperação com a comunidade dos seres vivos e o desenvolvimento interior das pessoas.” (grifo meu)
Em relação a sua origem, apesar do movimento de Cultura de Paz ter sido iniciado com a fundação da UNESCO em 1945 (ADAMS, 2003), o termo foi cunhado oficialmente pela primeira vez em 1989 através da Declaração de Yamoussoukro, elaborada durante a Conferência Internacional sobre a Paz na Mente dos Homens na Costa do Marfim.
Em 1995 a Cultura de Paz foi adotada como Programa da UNESCO, sendo em 1998 proclamado o ano 2000 como o Ano Internacional pela Cultura de Paz e proclamado o período de 2001-2010 como a Década Internacional pela Cultura de Paz e Não-Violência para as crianças do Mundo.
Atualmente, a Cultura de Paz é promovida por diversas organizações ao redor do globo, sendo o Brasil o país com maior número de instituições com projetos descritos no relatório da Fundación Cultura de Paz (77 instituições), seguido pelos EUA com 45 instituições e Argentina com 32 instituições (Fundación Cultura de Paz, 2005).
De acordo com David Adams, um dos ícones da Cultura de Paz no mundo, a Cultura de Paz tem como base 8 pilares:
1. Educação para uma Cultura de Paz;
2. Tolerância e Solidariedade;
3. Participação Democrática;
4. Livre fluxo de Informações;
5. Desarmamento;
6. Direitos Humanos;
7. Desenvolvimento Sustentável;
8. Igualdade entre gêneros.
(postagem do blog: cultura-de-paz.blogspot.com)
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
LIVROS, CERTIFICADOS, CARTÕES E MUITA FESTA NO ENCERRAMENTO DO COMUNICAPAZ
domingo, 12 de dezembro de 2010
Teatro do oprimido na oficina de vídeo...
Teatro do Oprimido a oficina de vídeo.
Três dias de oficina, uma hora e meia de edição e mais de um minuto de resultado.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Oficina de Blog propõe rede de Cultura de Paz
Durante a atividade foi firmado um acordo de convivência com os jovens baseado nas “regras” que seguem os princípios da cultura de paz propostos pela UNESCO como, respeito ao outro, diálogo e solidariedade.
Coube ao facilitador Jonilson repassar para os jovens noções de internet, padrões de imagem, sempre destacando a importância de desenvolver a criatividade.
No dia 16 de Outubro os jovens tiveram a oportunidade de assistir o filme “Escritores da Liberdade”. A história se passa em uma cidade americana onde os jovens eram bastante violentos, mas com a vinda de uma professora para a escola onde estudavam, que soube valorizá-los utilizando da leitura e da escrita, esse comportamento é modificado para uma cultura de paz e de boa convivência.
O filme ajudou a motivar os jovens da oficina a escreverem seus relatos de vida utilizando o blog como ferramenta. A oficina possibilitou a criação de 10 blogs de diversos assuntos que podem ser acessados na coluna esquerda deste blog. A proposta é que todos abordem conteúdos baseados na cultura de paz que tenham relação com a realidade onde vivem e, assim, possam estar conectados entre si formando uma rede.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Apresentação de trabalho sobre o projeto.
Comunicapaz from pablohabibe on Vimeo.
Meia hora de exposição para o Comunicapaz.
No dia 21 de outubro o projeto Comunicapaz foi apresentado na I Jornada Científica do CCso, cujo tema era "Desenvolvimento, Democracia e Direitos Humanos: para onde caminhamos?"
Este é o vídeo da apresentação que tem mais de trinta minutos, vai demorar um pouco para carregar, mas vale a pena.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Paz e alegria no Seminário do Comunicapaz
O evento foi realizado no dia 3 de julho de 2010, na Vila Embratel, com a participação de 20 jovens do projeto Comunicapaz, da brigada ecológica do bairro, alunos do curso de comunicação e representantes do projeto de extensão da UFMA, “Conexões de Saberes”.
A programação foi iniciada no Núcleo de Extensão da Vila Embratel-NEVE com a apresentação da professora Vera Salles, coordenadora do Comunicapaz, que expôs para a comunidade as realizações do projeto, os produtos das oficinas e as metas do Comunicapaz para o segundo semestre. Na apresentação do Teatro do Oprimido foi construída uma cena pelos jovens, a partir do cotidiano do bairro, onde um trabalhador humilde é tratado com indiferença em uma loja de roupas. O público interviu ativamente propondo uma solução pacífica.
Com a frase “Paz leve onde for”, os jovens produziram um painel colaborativo levado pelo grupo em passeata até a Praça do Bacurizeiro, onde foi realizada a primeira ação, “Paz que Muda”, que consistiu no plantio de árvores nativas da fauna brasileira.
A atividade “Pé-de-livros” proporcionou aos moradores do bairro acesso aos livros que foram expostos e colhidos como frutos de uma árvore pelos jovens e crianças da comunidade, depois de criarem frases sobre a paz.
As ações do evento foram encerradas com a Rádio na Praça e o Arrasta-pé, que proporcionaram interação entre o projeto e a comunidade da Vila Embratel.
domingo, 10 de outubro de 2010
Ações Imaginautas_A Paz que Muda_Semear a natureza é cultivar a paz.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
COMUNICAPAZ OFERECE OFICINA DE BLOG
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
OFICINAS DO COMUNICAPAZ TRABALHAM JUNTAS POR UM SÓ OBJETIVO
Já a oficina de Teatro do Oprimido foi ministrada por Camila Chaves, multiplicadora do teatro do oprimido e Renata Figueiredo, atriz produtora de peças teatrais, que iniciaram as atividades com dinâmicas de aquecimento, seguidas por outras que trabalhavam as emoções e indicavam como se expressar.
No segundo sábado de oficina algumas noções sobre teatro foram repassadas como confiança em si o no outro, seguidas sempre de oficinas que reforçassem as teorias.
No dia 5 de junho (terceiro sábado) os oficineiros de Vídeo e Teatro do Oprimido direcionaram suas ações para temáticas que retratassem a paz e possibilitaram a interação de suas turmas com a gravação das “máquinas” do amor, do ódio e da Vila Embratel, apresentadas pelo grupo do Teatro do Oprimido. Este encontro foi um teste para o que viria a seguir, o grupo do Teatro do Oprimido criou e ensaiou uma situação de opressão que deveria ser resolvida com ações pacíficas e o grupo de Vídeo registrou a apresentação feita no dia 12 de junho na Praça do Bacurizeiro, Vila Embratel.





















